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11/05/2012 Tendência

Volkswagen anuncia produção de carro supereconômico

Por meio de seu presidente, Martin Winterkorn,o Grupo Volkswagen confirmou nesta semana a produção do XL1, carro conceitual capaz de percorrer 100 quilômetros consumindo apenas um litro de combustível.

Mostrado primeiramente no Salão do Qatar, em 2011, o modelo está previsto para chegar às ruas em 2013 e vai manter o nome XL1. Entre as características do modelo, destaca-se o seu motor de dois-cilindros, com 800 cm³ turbodiesel de 47 cv e com 12,3 mkgf de torque transmitidos às rodas traseiras pelo câmbio automatizado de sete marchas e dupla embreagem.

O XL1 contempla ainda um propulsor elétrico que gera o equivalente a 27 cv de potência e 10,2 mkgf de torque, que pode trabalhar em paralelo com o diesel ou de forma independente. Com carga plena, o XL1 roda até 35 quilômetros só com eletricidade.

Dimensões.Com porte similar ao do Polo (3,97 metros de comprimento e 1,68 metro de largura), o XL1 tem apenas 1,18 metro de altura. Seu coeficiente de arrasto aerodinâmico (cx) é ótimo: 0,186. Dos 795 kg de peso, 23,2% (184 kg) são de metais.

Em relação ao desempenho, o XL1 alcança 158 km/h de velocidade máxima e pode acelerar de 0 a 100 km/h em 11,9 segundos. De acordo com análise do jornal O Estado de S. Paulo, os números não surpreendem quando analisados separadamente, mas, colocados juntos do consumo prometido, assustam pela eficiência energética prometida pela Volks. Para efeito de comparação, seria possível ir de São Paulo ao Rio de Janeiro com apenas 5 litros de diesel.

Com dois lugares, o veículo será construído com uso de fibra de carbono e apresentará volante ergonômico e sistema de navegação por GPS. O preço ainda não foi divulgado pela montadora.

Fonte: OFICINA IDEAL, com OESP e Correio do Estado




07/05/2012 TendênciaDicas de Gestão

Pirataria de autopeças

Resultado, na maioria das vezes, da falsificação de itens consagrados ou do retorno ao mercado de cargas roubadas nas cidades ou rodovias brasileiras, as peças piratas apresentam graves consequências. Quem aplica tais componentes nos veículos dos clientes, além de colocar vidas em risco, pode ser envolvido em crime de receptação e venda de produtos ilegais – mesmo que alegue desconhecer a origem criminosa do item.

O primeiro passo para ficar livre das autopeças piratas é não acreditar em milagres e desconfiar da generosidade do vendedor. Isso é importante, porque, muitas vezes, é diferenciar a olho nu um produto falso de um legítimo.

Entre os principais itens pirateados, destacam-se os rolamentos, os catalisadores, as peças de suspensão e as lâmpadas, que chegam às lojas e oficinas sem comprovação de origem ou testes de qualidade e segurança.

A origem da maior parte das peças falsificadas foi comprovada pela CPI da Pirataria, em 2004. Há grande incidência de itens procedentes da Ásia e do leste da Europa, e a entrada no Brasil se dá através do porto de Santos.

De acordo com Antônio Gaspar de Oliveira, diretor técnico e de meio ambiente do Sindirepa-SP, os reparadores devem inutilizar as peças retiradas dos veículos na oficina, evitando assim que voltem ao mercado maquiadas para que pareçam produtos originais. “O sucateiro compra a peça usada na oficina e repassa para os falsificadores, que se encarregam de vender o produto nas lojas em embalagens falsas”.

Para evitar a compra de itens falsificados, Gaspar alerta sobre a importância de se optar por fornecedores sérios e de confiança, além de levar em conta o preço como uma referência para identificar a pirataria. Outros cuidados importantes são observar atentamente o logotipo na embalagem e conferir o código da peça. Seguindo essas orientações e não acreditando em ofertas milagrosas e tentadoras, os reparadores preservam sua credibilidade no mercado e a segurança de seus clientes.Resultado, na maioria das vezes, da falsificação de itens consagrados ou do retorno ao mercado de cargas roubadas nas cidades ou rodovias brasileiras, as peças piratas apresentam graves consequências. Quem aplica tais componentes nos veículos dos clientes, além de colocar vidas em risco, pode ser envolvido em crime de receptação e venda de produtos ilegais – mesmo que alegue desconhecer a origem criminosa do item.

O primeiro passo para ficar livre das autopeças piratas é não acreditar em milagres e desconfiar da generosidade do vendedor. Isso é importante, porque, muitas vezes, é diferenciar a olho nu um produto falso de um legítimo.

Entre os principais itens pirateados, destacam-se os rolamentos, os catalisadores, as peças de suspensão e as lâmpadas, que chegam às lojas e oficinas sem comprovação de origem ou testes de qualidade e segurança.

A origem da maior parte das peças falsificadas foi comprovada pela CPI da Pirataria, em 2004. Há grande incidência de itens procedentes da Ásia e do leste da Europa, e a entrada no Brasil se dá através do porto de Santos.

De acordo com Antônio Gaspar de Oliveira, diretor técnico e de meio ambiente do Sindirepa-SP, os reparadores devem inutilizar as peças retiradas dos veículos na oficina, evitando assim que voltem ao mercado maquiadas para que pareçam produtos originais. “O sucateiro compra a peça usada na oficina e repassa para os falsificadores, que se encarregam de vender o produto nas lojas em embalagens falsas”.

Para evitar a compra de itens falsificados, Gaspar alerta sobre a importância de se optar por fornecedores sérios e de confiança, além de levar em conta o preço como uma referência para identificar a pirataria. Outros cuidados importantes são observar atentamente o logotipo na embalagem e conferir o código da peça. Seguindo essas orientações e não acreditando em ofertas milagrosas e tentadoras, os reparadores preservam sua credibilidade no mercado e a segurança de seus clientes.

Fonte: Revista Mais Automotive (edição 67)




23/04/2012 Tendência

Martelinho de ouro: solução para pequenas batidas

Indicada nos casos de pequenos danos à lataria, a técnica conhecida por “martelinho de ouro” é um tipo de funilaria artesanal que usa ferramentas especiais e não requer massa plástica e repintura de peças recuperadas.
 
Rodrigo Dias, coordenador técnico do Centro de Experimentação e Segurança Veicular (Cesvi), explica que, para avaliar se esse método é a melhor opção para desamassar a parte interna do componente danificado, é necessário analisar se o componente está preservado, além da extensão e da intensidade do dano. 
 
Na cidade de São Paulo, os valores desse serviço variam entre R$ 700 e R$ 2 mil. Na Ziebart, na zona leste, o preço do serviço vai de R$ 700 a R$ 2 mil, dependendo da quantidade e do tipo dos amassados. Na Alemão, oficina na zona norte, os preços variam de R$ 800 a R$ 2 mil. Na Nilcar, na zona sul, cobra-se de R$ 900 a R$ 2 mil e na 475, zona oeste, a partir de R$ 800.
 
“Martelinho de ouro” vale a pena quando: 
- Não há nem haverá (no reparo) comprometimento da pintura;
- Extensão e intensidade do dano não comprometeu a estrutura da peça atingida;
- For possível reparar parte interna do componente com as ferramentas necessárias.
Fonte: O Estado de S. Paulo, 25 de março de 2012




17/04/2012 TendênciaTecnologia

Com EcoBoost, Ford promove revolução no mundo dos motores

Turbo, injeção direta de combustível e apenas três cilindros. Essas são as principais características do 1.0 EcoBoost, motor desenvolvido pela Ford. A novidade, que faz estreia no Focus europeu, é o primeiro propulsor até 1-litro com essa combinação de tecnologias, que permite reduzir o peso e baixar consideravelmente as emissões de poluentes.
 
Em 2014 esse motor será feito também na fábrica que a Ford vai erguer em Camaçari, na Bahia, para equipar o Fiesta e, possivelmente, a nova geração do Ka, em uma versão de 100 cv. O do Focus europeu gera 125 cv de potência e 20,4 mkgf de torque, bem mais que o moderno 1.6 Sigma do Fiesta mexicano, que rende 110 cv. Mesmo com potência superior, os níveis de consumo de combustível e emissões são melhores – 20km/l e 114 g/km, respectivamente. 
 
O projeto faz parte dos investimentos de R$4,5 bilhões que o grupo fará no Brasil até 2015. Será a primeira fábrica de propulsores de veículos no Nordeste. 
 
A tendência de motores com injeção direta e turbo começou com a Mitsubishi, em 1996. A marca não prosseguiu com a tecnologia, que passou a ser usada em larga escala com o Grupo Volkswagen nos anos 2000. Ford e Fiat, por sua vez, investiram nessa solução para motores de baixa litragem.
 
Eis o segredo: o turbocompressor comprime o ar antes de ser admitido pelo motor, e joga um fluxo maior para dentro dos cilindros. Nesse momento, entra a injeção direta, que é mais precisa – em vez de jogar o combustível no coletor de admissão, pulveriza diretamente na cabeça dos cilindros, como em motores diesel, o que melhora a queima. 
 
Isso já geraria um ganho de potência significativo e melhora ainda mais nos motores três-cilindros. Os pistões trabalham rapidamente aumentando a quantidade de explosões na câmara de combustão. Esse conjunto torna o 1.0 EcoBoost eficiente.
 
A marca norte-americana vinha apostando no quatro-cilindros 1.6 de 160 cv a 180 cv, potências maiores que boa parte dos 2.0 disponíveis no mercado. Com o 1.0 feito em Saarlouis, na Alemanha, a Ford está promovendo uma revolução. 
 
Na Fiat, o sistema é semelhante, mas há uma série de válvulas que são ligadas e desligadas pela rotação do virabrequim para melhorar potência e consumo.
Fonte: O Estado de S. Paulo




30/11/2011 Tendência

Frota brasileira de veículos cresce 8,4%

De acordo com levantamento feito pelo Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), em 2010 o número de veículos circulando em território brasileiro foi de 32,5 milhões, superando em 8,4% a quantidade registrada em 2009. Foram incluídos automóveis, comerciais leves, caminhões e ônibus nesse total. Além disso, foi observado que a idade média dos veículos passou de 8 anos e 10 meses para 8 anos e 8 meses, o que significa uma redução de dois meses em relação à avaliação realizada no ano anterior.

O levantamento da frota de motocicletas também começou a ser feito a partir do ano 2000 e, na última década, registrou crescimento de 325%, um número extremamente expressivo. Somente de 2009 para 2010 a frota aumentou 12%, chegando a 10,6 milhões de unidades.

A conclusão do levantamento do Sindipeças é que, com a estimativa de crescimento médio de 7,4% ao ano a partir de 2011, a frota nacional de veículos será superior a 46,5 milhões de unidades no ano de 2015, enquanto a de motos será superior a 15,5 milhões, com crescimento anual estimado de 10%.

Fonte: Redação Oficina Ideal

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