OFICINA IDEAL

Encontre aqui seu fornecedor ideal Mais de 2.000 empresas cadastradas, mais de 3.000 produtos e serviços disponíveis
Entidades Colaboradoras
Esqueceu sua senha? Não tem login e senha? Cadastre-se aqui!




09/02/2015 TecnologiaMecânica

Verão é o período em que as baterias automotivas mais sofrem danos

É comum entre os proprietários de veículos dizer que o inverno é a estação em que as baterias causam mais transtornos. No entanto, Adelmo Leite, coordenador de assistência técnica da Johnson Controls, fabricante das baterias Heliar, desfaz esse mito. “Durante o verão, as baterias sofrem maior autodescarga e evaporação de eletrólito, o que acentua o processo de corrosão. É nesta época que o produto precisa de ainda mais atenção”, explica.

Para minimizar os danos à bateria automotiva no verão, é preciso manter a capa térmica do produto e ficar atendo a revisão do sistema de carga e partida. “É importante ter atenção especial com veículos utilizados com poucos intervalos de parada, como aqueles para fins profissionais. Para esses, o ideal é o uso de baterias específicas, que suportem uma demanda maior de energia”, ressalta Adelmo Leite.

Com relação aos demais cuidados, o coordenador da Johnson Controls lembra que os principais erros no uso da bateria referem-se ao excesso de itens eletrônicos instalados, à utilização desses acessórios com o veículo desligado ou ainda a má fixação das baterias e retirada de capa térmica original de fábrica. Outros mitos, segundo Adelmo, também devem ser desfeitos. Ele explica que deixar a bateria no chão não causa descarga, que as baterias automotivas e estacionárias são iguais e ressalta que o visor indicando carga com a cor verde não significa que a qualidade da bateria é confiável.

“A bateria é a principal peça fornecedora de energia para o veículo e, independente de agentes climáticos, a manutenção preventiva ainda é a maior aliada do motorista contra danos ao produto”, alerta Adelmo Leite. 

Sobre a Johnson Controls

A Johnson Controls é uma empresa global presente em 150 países. Com 168 mil funcionários em todo o mundo, ela oferece produtos, serviços e soluções de qualidade para aperfeiçoar a eficiência e a operação de edifícios, baterias para veículos convencionais, híbridos e elétricos, e também sistemas de interiores e componentes para automóveis. 

Perspectiva Assessoria com Redação Oficina Ideal




15/12/2014 TecnologiaMecânica

ContiTech lista seis dicas para identificar correias falsificadas

Proprietários de veículos, profissionais e varejistas do setor automotivo devem ficar atentos. As autopeças estão em primeiro lugar no ranking de falsificações de produtos, segundo a ABCF (Associação Brasileira de Combate à Falsificação). Além de afetar o mercado, que devido a este problema tem prejuízos que chegam a R$ 3 bilhões ao ano, essa prática coloca vidas em risco, já que os produtos pirateados não atendem aos padrões de engenharia e normas técnicas de segurança. Uma correia dentada original, por exemplo, é fabricada com alto nível de tecnologia embarcada e projetada para resistir às situações de uso mais extremas do motor.

Segundo a ContiTech, marca do Grupo Continental especializada em componentes automotivos à base de borracha, a correia falsificada pode causar danos ao motor, como empenamento das válvulas de admissão e escape e desgaste no cabeçote.

A quebra deste componente pode fazer com que o reparo do motor fique muito caro, além de impossibilitar o uso do carro. E, mais grave, se a correia quebrar com o veículo em movimento, aumenta-se o risco de acidente. Veja algumas dicas para evitar o uso de uma correia falsificada:

1. Confira o número de série, único para cada peça. O ideal é comparar com as demais peças da loja ou oficina para verificar se o código é exclusivo.

2. Cheque a identificação. As peças da ContiTech têm um código chamado Data Matrix que funciona como uma espécie de QR Code, código de barras que pode ser facilmente lido usando a maioria dos telefones celulares. Se o aparelho não reconhecer, certamente a peça é falsa.

3. Compare os dados. Ao abrir o Data Matrix no celular, aparecerá uma sequência de números. Basta comparar os primeiros dígitos com o número de série da peça. Eles devem ser iguais.

4. Verifique a embalagem. Correias dentadas originais de fábrica são embaladas em caixas lacradas, elas nunca vêm soltas em embalagens plásticas ou presas com fita adesiva. Já as correias V e Multi V da ContiTech são apenas envolvidas por uma embalagem chamada luva.

5. Pesquisar os preços. Peças baratas demais devem ser avaliadas. É fundamental pesquisar preços e desconfiar de produtos cujo valor esteja muito abaixo do praticado no mercado.

6. Exigir nota fiscal. Esta é outra forma de comprovar a autenticidade da peça. E mais: com ela, é possível reivindicar a garantia do produto em caso de defeito.

Consumidores com dúvidas sobre correias automotivas podem entrar em contato direto com a ContiTech, pelo telefone (11) 5070-1100 ou por e-mail contitech-correias@contitech.com.br.

Fonte: Oficina Ideal e Assessoria Continental




27/05/2014 TecnologiaMecânica

Philips lança lâmpada automotiva na cor verde e amarela

A Philips, uma das principais empresas de tecnologia do mundo, lançou no último mês a nova lâmpada automotiva Color Vision Torcida Brasileira, que contam com as cores verde e amarela. Com o intuito incentivar os consumidores na torcida pelo Brasil durante a Copa do Mundo da FIFA 2014, o produto garante um facho de luz branca 60% mais potente.

Em 2014 a companhia celebra 100 anos de iluminação automotiva, e foi pensando nisso que decidiram lançar este novo produto que disponibiliza ao motorista melhor visibilidade das pistas, oferecendo segurança e traquilidade.

Com este lançamento, a Philips pretende atrair a atenção de pessoas que irão torcer pela seleção brasileira. “Sabemos que o consumidor busca sempre um diferencial na hora de personalizar seu carro e achamos importante incentivar a torcida pelo Brasil este ano”, afirma a gerente de iluminação automotiva da Philips, Juliana Gubel.

As lâmpadas estarão disponíveis nos formatos H4 e H7 e contam com alta resistência aos raios UV e umidade. São feitas em quartzo de vidro de alta qualidade, e a alteração das lâmpadas dos faróis por Color Vision Philips Torcida Brasileira é permitida pela legislação e podem ser utilizadas em qualquer veículo que aceitam estes formatos. 

Redação Oficina Ideal




15/03/2013 Mecânica

Taxistas devem ficar atentos ao prazo para revisões

 

Um táxi pode rodar mensalmente até cinco mil quilômetros. Em muitas ocasiões, por circular em condições severas de trânsito intenso a quilometragem marcada no hodômetro não aumenta enquanto o carro está parado, mas o desgaste das peças segue ocorrendo. Por isso, a NGK, fabricante de velas de ignição, recomenda que os profissionais realizem periodicamente a revisão de sensores de oxigênio, velas e cabos de ignição de seus veículos. 

Cada automóvel tem características diferentes. Elas determinam a vida útil de suas peças e o proprietário deve verificar no manual do fabricante as especificações das montadoras. Se ele indica a troca das velas aos 20 mil quilômetros, os proprietários destes veículos devem realizar uma inspeção aos 10 mil quilômetros. 

Uma das vantagens em remover as velas para inspeção é que por meio da análise visual o profissional pode obter várias informações sobre as condições internas da câmara de combustão e evitar um elevado consumo de combustível, além do aumento dos níveis de emissões de poluentes no caso de utilização do item com vida útil ultrapassada ou excessivamente desgastado. 

A vela de ignição é responsável pela condução da corrente elétrica sob alta tensão para o interior da câmara de combustão, convertendo-a em faísca para inflamar a mistura ar/combustível e permitir a dissipação do calor gerado na combustão. Em plenas condições de funcionamento, a vela de ignição promove economia de combustível, melhor desempenho do motor e redução de emissões de gases poluentes no ar. 

Cabo de ignição

A função do cabo de ignição é conduzir a alta tensão produzida pela bobina até as velas, sem permitir fuga de corrente. Recomenda-se que a substituição dos cabos seja realizada a cada 60 mil quilômetros ou a cada três anos. Para automóveis que utilizam GNV – Gás Natural Veicular – as revisões devem ser feitas a cada 30 mil quilômetros. 

Sensor de Oxigênio

Também conhecido como sonda lambda, o sensor de oxigênio é responsável pela análise da condição da queima de combustível do carro. Ele tem a função de detectar os níveis de oxigênio nos gases de escape do motor e informar a qualidade da mistura de ar e combustível à unidade de controle (ECU). O sensor compara a concentração de oxigênio nos gases do motor com o ar ambiente, possibilitando o ajuste da quantidade de combustível injetado na câmara de combustão. 

Para obter mais informações consulte a Tabela de Aplicação da NGK ou entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor pelo telefone 0800 197 112. 

NGK




27/02/2013 Mecânica

Qual é a marca da peça aplicada na sua oficina?

 

Existiu um tempo em que o dono do carro escolhia a marca da peça a ser instalada em seu veículo. Ele chegava na oficina e dizia: coloque pastilhas marca A, velas da marca B e embreagem da marca C. Era uma época em que se conhecia um fabricante de amortecedores pela propaganda do cachorrinho Bassé na televisão, pela marca de platinado e condensador ou pela bobina com um fabricante de furadeira elétrica.
 
Hoje o tempo do dono do carro é extremamente curto e a escolha pela marca da peça a ser instalada fica por conta da confiança que ele deposita no mecânico. Isso ocorre com pelo menos 95% dos clientes. Portanto, estamos em uma época em que, além de fazer bem feito o serviço de reparação automotiva, ainda temos a possibilidade de usar a peça em que mais confiamos. 
 
Isso quer dizer que chegou o momento do fabricante de autopeças enxergar com bons olhos o reparador, pois o fator primordial de escolha da peça aplicada está quase em sua totalidade, nas mãos do mecânico.
 
Quando o cliente vai até minha oficina trocar um conjunto de embreagem, raramente exige uma marca específica, ou seja, ele sabe que a peça que instalarei é da minha confiança, portanto a marca da embreagem é Scopino. Quando vem fazer um sistema de freios e troca as pastilhas, estas são da marca Scopino. Isso quer dizer que todos os componentes que instalo são da minha confiança, pois este é um reflexo da confiança do meu cliente nos meus serviços. Assim, fica claro que o fabricante de autopeças deve ser parceiro da oficina, deve enxergar a oficina como sua aliada e fazer ações que lhe deem garantia, treinamentos e parceria nas ações de fidelização do “nosso” cliente.
 
*Mecânico profissional de autos formado pelo Senai, técnico em Mercadologia e Bacharel em Administração de Empresas, Pedro Luiz Scopino é o administrador responsável da Auto Mecânica Scopino desde 1992. O profissional já foi instrutor do Senai e, atualmente, atua também como professor do UMEC – Universo do Mecânico e como consultor e preparador de argumentos do Programa Auto Esporte, exibido pela Rede Globo.
Pedro Luiz Scopino




15/02/2013 Mecânica

Pesquisa revela quais são os motores mais confiáveis

 

A Honda produz os motores automotivos mais confiáveis. Esse foi o resultado da pesquisa realizada pela Warranty Direct, empresa do ramo de seguros com base no Reino Unido.

O estudo reuniu 36 marcas – as principais montadoras norte-americanas, como Chrysler e Ford, não foram inclusas – e mostrou que, em média, a incidência de falhas em motores da Honda é de 1 em 344 (0,29%).

Na segunda colocação aparece outra marca japonesa, a Toyota, com média de 1 em 171 (0,58%). Na terceira colocação está a Mercedes-Benz, a melhor entre as alemãs, com 1 em 119 (0,84%).

A Audi ficou na penúltima colocação, com média de falhas de 1 em cada 27 motores (3,71%). A MG Rover ficou com 1 em 13 (7,88%). Além disso, a BMW ficou na 30ª colocação, enquanto a Volkswagen ficou em 28º.

Confira abaixo a lista das cinco marcas com motores mais confiáveis e as cinco que inspiram menos confiança:

Motores mais confiáveis:

1) Honda – 1 em 344 (0,29%)

2) Toyota – 1 em 171 (0,58%)

3) Mercedes-Benz – 1 em 119 (0,84%)

4) Volvo – 1 em 111 (0,90%)

5) Jaguar – 0,98% (0,98%)


Motores menos confiáveis

1) MG Rover – 1 em 13 (7,88%)

2) Audi – 1 em 27 (3,71%) 

3) MINI – 1 em 40 (2,51%)

4) Saab – 1 em 40 (2,49%)

5) Vauxhall – 1 em 41 (2,46%)

Quatro Rodas




28/01/2013 FunilariaMecânicaPintura

Itaro recebe aporte e inova em prestação de serviço no Brasil

 

A Itaro, oficina virtual que atua no Brasil, anunciou a rodada inicial de investimentos da Simile Ventures, em conjunto com Rising Venture e Unique Partners. Com isso, a empresa pretende ampliar sua atuação no cenário brasileiro, com venda de pneus e autopeças multimarcas pela internet e serviço de instalação em oficinas conveniadas. Atualmente, a companhia possui parceria com 300 oficinas na cidade de São Paulo, mas a expectativa da empresa é chegar a mil estabelecimentos em todo o Brasil até o final de 2013.

Fundada em 2012, a Itaro pretende unir a praticidade da compra de pneus e autopeças via internet com a segurança da contratação de serviço de instalação em oficina conveniada. A empresa oferece pneus de diferentes categorias e modelos, das 10 principais marcas do mercado brasileiro, mas a companhia faz planos de trabalhar com uma linha completa de produtos, autopeças e acessórios para diferentes tipos de veículos, desde motos e carros a caminhões e máquinas agrícolas.

Segundo a Itaro, o processo ocorre da seguinte forma: ao acessar o site, o usuário pode buscar e escolher produtos de diferentes marcas. Em seguida, ele seleciona uma das oficinas parceiras e agenda um horário para a instalação. A autopeça adquirida é entregue diretamente na oficina escolhida. O cliente leva seu carro até lá no horário agendado e o serviço é realizado.

Em 2011, o mercado de pneus novos faturou R$ 9,6 bilhões e chegou a produzir 66,9 milhões de unidades, segundo a Associação Nacional da Indústria de Pneumáticos. Já o setor de reposição automotiva movimentou R$ 73 bilhões em 2011, conforme dados do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores.

Os reparadores que estiverem interessados em conveniar suas oficinas com a Itaro devem entrar em contato com a empresa pelo endereço oficinas@itaro.com.br

Itaro




21/01/2013 Mecânica

Mahle recebe certificação do Inmetro

 

Atendendo as portarias 301/2011 e 275/2012 que determinam a certificação compulsória do Inmetro para vários componentes automotivos, que passa a vigorar a partir de 21 de janeiro de 2013, a Mahle, uma das maiores fabricantes de autopeças para motores do mundo, já finalizou todas as etapas do processo para a obtenção do selo de qualidade.

Os produtos que já estão certificados com relação aos componentes de motores de combustão interna são: pistões de alumínio aplicados em motores ciclo Otto e Diesel, pinos de pistão, anéis de pistão, bronzinas planas, bronzinas planas com flange, arruela de encosto de buchas. No caso de pistões, o logo do Inmetro será gravado/marcado na peça, assim como nos pinos com espessura de parede acima de 6 mm.

Os certificados dos componentes mencionados estão à disposição dos interessados no site www.mahle.com.br e SAC 0800 015 0015.

Sindirepa News




09/01/2013 Mecânica

Informações técnicas: um grande desafio

 

Como é possível fazer a manutenção de um veículo de forma correta e segura sem que tenhamos informações técnicas? Esta é uma pergunta que apenas os reparadores automotivos sabem responder.

Todos do setor de reparação fazem a manutenção dos veículos que rodam pelo Brasil inteiro, e somos verdadeiros heróis, pois fazer a manutenção de um carro, com toda a tecnologia presente, com pouca ou quase nenhuma informação técnica por parte das montadoras é tarefa para super-heróis dos filmes ou quadrinhos.

Se o mercado aftermarket é responsável por cerca de 80% da manutenção dos veículos fora da garantia de fábrica e estes veículos raramente vão até uma concessionária fazer os devidos reparos, por que a montadora não disponibiliza este tipo de informação para a rede independente? Seria muito melhor termos veículos bem reparados, com procedimentos recomendados. Afinal, quem tem um veículo de uma determinada marca, se for bem atendido, se tiver o veículo consertado de forma rápida, este mesmo cliente irá escolher um veículo da mesma marca quando for pensar em trocar de carro.

Atualmente, três marcas já iniciaram este trabalho de comunicação com a rede independente, mesmo que de forma tímida. São elas a Fiat, a GM e a Peugeot. Assim como essas, outras montadoras também deveriam iniciar este trabalho junto aos reparadores.

*Mecânico profissional de autos formado pelo Senai, técnico em Mercadologia e Bacharel em Administração de Empresas, Pedro Luiz Scopino é o administrador responsável da Auto Mecânica Scopino desde 1992. O profissional já foi instrutor do Senai e, atualmente, atua também como professor do UMEC – Universo do Mecânico e como consultor e preparador de argumentos do Programa Auto Esporte, exibido pela Rede Globo.

Luiz Scopino




07/01/2013 Mecânica

Pit stop estratégico

 

Em meio à correria do dia a dia, algumas oficinas estão oferecendo serviços automotivos em shoppings e supermercados. A ideia é que o cliente, enquanto faz compras, deixe seu carro para ser lavado e revisado ou receber pequenos reparos. Os mais simples levam cerca de uma hora e, muitas vezes, são mais baratos que em estabelecimentos tradicionais.

Essas oficinas nasceram para preencher uma lacuna deixada pelos próprios supermercados. Neles, os consumidores compravam pneus, mas não contavam com serviço de instalação. “Descobrimos um nicho que era mal explorado”, conta Antônio Cesar Lopes, consultor da Oficina Brasil, que tem unidades nas redes Carrefour e Extra e também nos shoppings Fiesta e Interlagos, na cidade de São Paulo.

Ao instalar os pneus, a loja oferece uma inspeção gratuita em itens como suspensão e freios. “Nós detectamos o que precisa ser feito e passamos ao cliente”, diz Lopes.

Pelo alinhamento das rodas, cobram-se R$ 40. O balanceamento custa R$ 5 por roda. Com serviços similares, o Centro Automotivo Highway tem lojas no Carrefour do shopping Butantã e nas filiais Anhanguera e Taboão da Serra da rede Extra.

Há também centros especializados em serviços como limpeza a seco, higienização de estofados e polimento. Na Dry Art, presente nos shoppings Penha, Metrô Tatuapé e Boulevard Tatuapé, também na capital paulista, a cristalização varia de R$ 200 (carros pequenos) até R$ 300 (grandes).

Já na Chips Away, que fica no Shopping Morumbi, a especialidade são os pequenos reparos de funilaria e pintura. Riscos e amassados na lataria respondem por 80% dos casos. Os preços partem de R$ 250.

Como nas demais oficinas expressas consultadas, a ideia é oferecer serviços mais simples, que possam ser feitos em poucas horas, com a devolução do carro no mesmo dia.

“Recebemos muitos motoristas mais jovens que acabaram de raspar o carro na parede da garagem e não querem que os pais descubram”, conta o diretor de marketing da empresa, João Furlan Teles.

Jornal do Carro

1 2 3

Home | Portal Colaborativo | Objetivos | Por que se Cadastrar | Perguntas Frequentes | Anuncie em 3D
Fale Conosco | Painel Interativo | Busca por Categoria | Busca 3D

Desenvolvido por House Press Propaganda • Copyrigth 2011 • Todos os direitos reservados
Portal Oficina Ideal • Rua Carneiro da Cunha, 167 Conj. 45 • Saúde • São Paulo SP • CEP 04144-000 • Fone: (11) 5584-6762