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10/07/2015 CapacitaçãoDicas de GestãoNormas e LegislaçãoMecânica

Sindirepa e Sebrae lançam cartilha para oficinas mecânicas

O Sindirepa-SP – Sindicato da Indústria da Reparação de Veículos e Acessórios do Estado de São Paulo – lançou no último dia 24 de junho, em parceria com o Sebrae-SP, a cartilha “Oficinas Mecânicas” – material que orienta como montar e manter uma oficina que contém informações sobre legislação, instalações e gestão.

Além da cartilha, a iniciativa também oferece Sebrae-SP oferece uma série de capacitações em que as empresas recebem um diagnóstico dos pontos a serem melhorados no negócio. Com base nessa avaliação, de acordo com o sindicato, os empresários podem participar de uma série de ações especificas para melhorar os processos, inovar na gestão e aumentar o faturamento.

“Com a cartilha e as orientações do Sebrae-SP, o empresário tem à mão um guia prático que serve para quem já está no negócio e precisa estar informado sobre as necessidades e também para os que estão iniciando no setor e podem saber das exigências que envolvem a abertura de uma oficina”, revela Antonio Fiola, presidente do Sindirepa-SP.

Para mais informações sobre a cartilha acesse http://www.sindirepa-sp.org.br/.

Sindirepa-SP




01/04/2015 Dicas de GestãoMecânica

Tuper contrata representantes

A Tuper Escapamentos está buscando representantes comerciais ou distribuidores para atuar na venda de acessórios para o mercado automotivo – oficinas especializadas, centros de reparação automotiva, lojas de tunning, acessórios, som, pneus, rodas, óleo, etc  – para a comercialização de seu mais novo lançamento: as ponteiras Premium inox. Interessados devem enviar currículo ou referências comerciais para escapamentos@tuper.com.br

Mais informações sobre o produto acesse: www.tuperescapamentos.com.br  

Tuper




23/01/2014 Dicas de Gestão

Férias: maresia e areia da praia podem acelerar desgaste da suspensão

O litoral é um dos principais destinos no período de férias. Atenta a este cenário, a Monroe, líder mundial no desenvolvimento e fabricação de amortecedores, alerta motoristas para a necessidade da revisão preventiva e da lavagem apropriada da suspensão do veículo pós-viagem. O contato com a maresia pode acelerar a oxidação de peças da suspensão, principalmente se já apresentarem algum sinal de corrosão. 

“Componentes como amortecedores, molas, coxins, bandejas, buchas, bieletas, batentes, pivôs e terminais podem ter a vida útil comprometida pela falta de revisão preventiva, aumentando risco de acidentes”, explica Juliano Caretta, coordenador de Treinamento Técnico da Monroe. 

De acordo com o especialista, outra situação bastante comum é a entrada de areia em peças articuláveis, se estas estiverem com a coifa de proteção rasgada. “Ao entrar em contato com a haste e o retentor durante a movimentação do amortecedor, por exemplo, a areia vai danificar a superfície metálica da haste, danificando o retentor, e provocando vazamento da peça”, revela.

Em alguns casos, motoristas preocupados com as consequências da viagem levam o veículo em lugares especializados, para a limpeza do sistema de suspensão. No entanto, muitos estabelecimentos utilizam materiais alcalinos ou derivados de petróleo, não indicados para o procedimento. “Além de não serem adequados, esses produtos podem acelerar a corrosão das peças. O recomendado é lavar com água e sabão ou detergente neutro”, esclarece.

Revisão
O sistema de suspensão é um dos principais itens de segurança veicular. O amortecedor controla a movimentação das molas da suspensão e mantém os pneus em contato permanente com o solo, proporcionando estabilidade, segurança, conforto e boa dirigibilidade.  A recomendação da Monroe é realizar a revisão dos amortecedores e das demais peças do sistema no máximo a cada 10.000 quilômetros, quando perceber qualquer problema na suspensão ou, ainda, conforme especificações do fabricante. Se for constatado defeito, a substituição deverá ser providenciada imediatamente.

“É importante salientar que o período de troca pode variar de acordo com as condições de uso do automóvel. Veículos que trafegam em estradas bem pavimentadas tendem a apresentar menor desgaste do que os que circulam por pistas irregulares. Ou seja, a vida útil dos componentes está diretamente ligada às condições de uso do carro”, enfatiza o coordenador. 

Vale ressaltar que amortecedores recondicionados ou remanufaturados também oferecem riscos de acidentes, pois são peças reaproveitadas e com tempo excessivo de uso. Em casos de dúvidas para revisão ou substituição, o serviço de relacionamento com o cliente Monroe Resolve – 0800 166 004 – indica as revendas credenciadas, assegurando a qualidade do atendimento e a procedência do produtos.

Sobre a Tenneco
A Tenneco é uma empresa que fatura anualmente US$ 7,4 bilhões. Com sede em Lake Forest, Illinois (Estados Unidos), conta com cerca de 24 mil colaboradores em todo o mundo. A empresa é uma das maiores fabricantes e fornecedoras de sistemas de controle de emissões, de amortecedores e componentes para suspensão para as montadoras e para o mercado de reposição. O grupo comercializa os seus produtos principalmente sob as marcas Monroe®, Walker®, Gillet® e Clevite® Elastomer. 

Fonte: Printer Press Comunicação Corporativa




12/09/2013 CapacitaçãoDicas de Gestão

Você conhece a assessoria técnica do Conarem?

O serviço de assessoria técnica do engenheiro Roberto Canassa Júnior, que tem garantia da qualidade Mahle Metal Leve, uma parceria do Conarem (Conselho Nacional de Retíficas de Motores), já pode ser contratado por um grupo de retíficas que estejam em uma mesma região. Essa é uma nova forma de aquisição da consultoria para que empresários possam trocar informações por um custo menor.

 A assessoria oferece suporte técnico, avaliando cada área separadamente. O trabalho consiste em análises de causa e efeito em peças, garantia, orientação sobre processos e procedimentos de usinagem e montagem de motores ciclo Otto e Diesel, peças aplicadas e orientações por meio de parecer técnico. “É possível, solicitar a análise da peça que falhou por meio de fotos via e-mail para que identifique as possíveis causas do defeito”, explica o consultor Roberto Canassa Júnior. Caso seja necessário acompanhamento técnico, é feito um estudo criterioso do conjunto/motor com o deslocamento até a retífica.

Além da parte técnica, é realizado treinamento motivacional para promover a conscientização do colaborador de que ele é parte importante do processo de retificação de motor. O curso é apostilado e indicado para todos os departamentos da retífica.

Entre outros resultados, Canassa revela que é possível reduzir custos de garantia. “Tanto a assessoria técnica quanto o treinamento técnico motivacional são muito importantes, já que as empresas devem ter foco em qualidade, agilidade, eficiência e preço para satisfazer seus clientes”, conclui.

Para obter mais informações sobre a consultoria técnica, os interessados devem entrar em contato com o Conarem pelo e-mail: ricardo@conarem.com.br ou pelo telefone (11) 5594-1010 – falar com Ricardo. O site é www.conarem.com.br

Fonte: Oficina Ideal e Verso Comunicação

Fonte:




23/01/2013 Dicas de Gestão

Pesquisa contínua sobre falta de peças

 

O Sidirepa-SP (Sindicato da Indústria de Reparação de Veículos e Acessórios de São Paulo) está realizando pesquisa permanente com os reparadores para averiguar se está ocorrendo falta de peças. Para desenvolver o banco de dados sobre o assunto, a entidade solicita aos associados que identifiquem, pelo e-mail: sidirepa@sindirepa-sp.org.br e também pelo site www.sindirepa-sp.org.br, clicando no banner da home chamado Falta de Peças, quais são as peças difíceis de encontrar no mercado.

O trabalho tem como principal objetivo solucionar o problema que afeta os profissionais da reparação independente e por isso a instituição conta com a colaboração de todos os reparadores.

Fonte: Sindirepa News




15/10/2012 Dicas de Gestão

Estoque eficiente: chave para o sucesso na Pneus Itaquera

Fundada em 1986 por Nobuo Higuchi, a Pneus Itaquera Serviços automotivos hoje é comandada por Ricardo Kenji Higuchi, filho do fundador e diretor da oficina. Instalada no bairro de Itaquera, em uma sede prórpia de 1200 m², a empresa, que possui dez colaboradores e 16 boxes de atendimento, atende toda parte mecânica, mas também alinhamento, balanceamento, bem como serviços rápidos. “Um de nossos diferenciais é o serviço rápido, por isso contamos com estoque baixo, porém eficiente, com variedade de produtos”, afirma Ricardo. Segundo o diretor da oficina, grande parte dos empresários não gosta de manter capital parado em estoque, no entanto, na Pneus Itaquera é necessário. Cerca de 55% do faturamento bruto é dedicado ao estoque.

O treinamento da equipe também merece atenção especial na oficina. “É fundamental para um diagnóstico seguro, rápido e preciso. Um erro no diagnóstico pode causar um prejuízo enorme na empresa em relação a hora trabalhada e compra de peças”, comenta. Todos os funcionários são treinados constantemente pelos fabricantes ou parceiros. Estratégia que tem garantido qualidade, motivação aos colaboradores e um movimentos de 300 carros por mês.

Na opinião dele, para alcançar o sucesso, o empresário do setor deve manter os custos baixos, formar uma boa equipe de colaboradores, acompanhar a tecnologia dos veículos e conhecer sobre gestão financeira e de pessoas, e, além disso, possuir um pouco de ousadia. 

Fonte: Sindirepa News




01/10/2012 Dicas de Gestão

Boa localização favorece clientela

Desafios com mão de obra e tecnologia também são fundamentais para o sucesso do negócio

 

Estar em um ponto bem localizado é um dos principais fatores que influenciam no sucesso do negócio. Não poderia ser diferente no caso das oficinas. Por isso, após mais de 20 anos locando um imóvel, Vitor Sadao Toyoda investiu para ter um prédio próprio da sua oficina de reparação automotiva, a Sadao Serviços Automotivos, no bairro Planalto Paulista, zona sul da cidade de São Paulo (SP). O empresário começou na reparação trabalhando com o pai, Nilton Toyoda, ainda quando a empresa se chamava Auto Elétrico Bibi.

No novo imóvel com área de 250 m², a oficina, que atende a parte mecânica e elétrica de veículos nacionais e importados, conta com dois mecânicos e um eletricista. “A carência de mão de obra é um dos principais desafios para o setor de reparação.” Afirma Sadao, que já trabalha há mais de 27 anos no ramo. “Muitas vezes investimos em treinamento, formamos a mão de obra e a perdemos para outras oficinas”, completa.

Outra dificuldade no setor de reparação é acompanhar a rápida evolução da tecnologia. “Precisamos estar sempre atentos sobre as inovações do mercado”, comenta Sadao. Segundo o empresário, para alcançar o sucesso é preciso estar preparadonão só tecnicamente, mas ter visão do negócio e do mercado. “Ser arrojado, persistente e determinado também são qualidades essenciais do empresário vitorioso”. Na opinião dele, as oficinas que não observarem esses quesitos não sobreviverão.

Fonte: Sindirepa News




14/05/2012 TendênciaDicas de Gestão

Além da certificação

Os estabelecimentos de reparação, sempre no intuito de aumentar o fluxo de veículos, podem ter um complemento para a sua certificação de serviços: a ISO 9001. E as vantagens são muitas. José Palacio, auditor do IQA (Instituto da Qualidade Automotiva), acredita que a ISO 9001 é um complemento da certificação de serviços e recomenda a norma para quem quer crescer e se destacar no mercado.

Ele explica que ela é uma certificação que atesta o sistema da qualidade de produtos e serviços já utilizada há muitos anos, e que revolucionou o mundo. “A ISO funciona como um complemento para a certificação de Serviços Automotivos, que já foi desenvolvida como um diferencial para as oficinas em relação a atendimento e operação”, alerta Palacio.

Como ter uma ISO

Para buscar a ISO 9001, o empresário pode procurar o IQA, que é oficial da indústria automotiva e focado nesse segmento, ou outro órgão certificador autorizado. O preço para a obtenção da ISO difere um pouco da certificação de Serviços IQA/Inmetro conhecida, pois é estipulada com base no número de funcionários de cada empresa e é válida por três anos.

“Para quem já tem a certificação IQA/Inmetro, existe um desconto na aquisição da ISO, pois a oficina vai implementar um conjunto de certificações, com maior agilidade no processo”, avisa Palacio. Mas, afinal, qual a vantagem de uma oficina que já é certificada buscar a ISO? A resposta é simples: complementar a sua qualidade, abrindo ainda mais mercados.

Fonte: Fonte: Revista O Mecânico (número 212)




07/05/2012 TendênciaDicas de Gestão

Pirataria de autopeças

Resultado, na maioria das vezes, da falsificação de itens consagrados ou do retorno ao mercado de cargas roubadas nas cidades ou rodovias brasileiras, as peças piratas apresentam graves consequências. Quem aplica tais componentes nos veículos dos clientes, além de colocar vidas em risco, pode ser envolvido em crime de receptação e venda de produtos ilegais – mesmo que alegue desconhecer a origem criminosa do item.

O primeiro passo para ficar livre das autopeças piratas é não acreditar em milagres e desconfiar da generosidade do vendedor. Isso é importante, porque, muitas vezes, é diferenciar a olho nu um produto falso de um legítimo.

Entre os principais itens pirateados, destacam-se os rolamentos, os catalisadores, as peças de suspensão e as lâmpadas, que chegam às lojas e oficinas sem comprovação de origem ou testes de qualidade e segurança.

A origem da maior parte das peças falsificadas foi comprovada pela CPI da Pirataria, em 2004. Há grande incidência de itens procedentes da Ásia e do leste da Europa, e a entrada no Brasil se dá através do porto de Santos.

De acordo com Antônio Gaspar de Oliveira, diretor técnico e de meio ambiente do Sindirepa-SP, os reparadores devem inutilizar as peças retiradas dos veículos na oficina, evitando assim que voltem ao mercado maquiadas para que pareçam produtos originais. “O sucateiro compra a peça usada na oficina e repassa para os falsificadores, que se encarregam de vender o produto nas lojas em embalagens falsas”.

Para evitar a compra de itens falsificados, Gaspar alerta sobre a importância de se optar por fornecedores sérios e de confiança, além de levar em conta o preço como uma referência para identificar a pirataria. Outros cuidados importantes são observar atentamente o logotipo na embalagem e conferir o código da peça. Seguindo essas orientações e não acreditando em ofertas milagrosas e tentadoras, os reparadores preservam sua credibilidade no mercado e a segurança de seus clientes.Resultado, na maioria das vezes, da falsificação de itens consagrados ou do retorno ao mercado de cargas roubadas nas cidades ou rodovias brasileiras, as peças piratas apresentam graves consequências. Quem aplica tais componentes nos veículos dos clientes, além de colocar vidas em risco, pode ser envolvido em crime de receptação e venda de produtos ilegais – mesmo que alegue desconhecer a origem criminosa do item.

O primeiro passo para ficar livre das autopeças piratas é não acreditar em milagres e desconfiar da generosidade do vendedor. Isso é importante, porque, muitas vezes, é diferenciar a olho nu um produto falso de um legítimo.

Entre os principais itens pirateados, destacam-se os rolamentos, os catalisadores, as peças de suspensão e as lâmpadas, que chegam às lojas e oficinas sem comprovação de origem ou testes de qualidade e segurança.

A origem da maior parte das peças falsificadas foi comprovada pela CPI da Pirataria, em 2004. Há grande incidência de itens procedentes da Ásia e do leste da Europa, e a entrada no Brasil se dá através do porto de Santos.

De acordo com Antônio Gaspar de Oliveira, diretor técnico e de meio ambiente do Sindirepa-SP, os reparadores devem inutilizar as peças retiradas dos veículos na oficina, evitando assim que voltem ao mercado maquiadas para que pareçam produtos originais. “O sucateiro compra a peça usada na oficina e repassa para os falsificadores, que se encarregam de vender o produto nas lojas em embalagens falsas”.

Para evitar a compra de itens falsificados, Gaspar alerta sobre a importância de se optar por fornecedores sérios e de confiança, além de levar em conta o preço como uma referência para identificar a pirataria. Outros cuidados importantes são observar atentamente o logotipo na embalagem e conferir o código da peça. Seguindo essas orientações e não acreditando em ofertas milagrosas e tentadoras, os reparadores preservam sua credibilidade no mercado e a segurança de seus clientes.

Fonte: Revista Mais Automotive (edição 67)




19/04/2012 Dicas de Gestão

Oficina acessível

Nos últimos anos, as oficinas mecânicas vêm passando por mudanças em seu layout, gestão, planejamento e estratégias de marketing. Impulsionadas pela forte concorrência e pelo nível de exigência dos clientes, essas transformações vieram para ficar e se consolidam a cada ano.

Mas ainda são poucos os empresários da reparação que abriram os olhos para um nicho de mercado importante e em expansão: os veículos adaptados para pessoas com deficiência física. De acordo com o Censo 2000, no Brasil há mais de 24 milhões de habitantes que apresentam algum tipo de limitação para enxergar, ouvir, locomover-se ou têm alguma deficiência física ou mental. As deficiências mais comuns entre motoristas são paralisia, problemas de articulação e membros amputados.

Segundo Mônica Cavenaghi, diretora comercial da Cavenaghi – uma das empresas que realizam a adaptação de veículos para deficientes no País –, é preciso olhar para o setor de maneira profissional. “Há muito mais pessoas com deficiência inseridas no mercado de trabalho do que há 10 anos, principalmente pela lei de cotas”, ressalta Mônica. “E a inclusão no mercado de trabalho leva automaticamente ao ingresso no mercado de consumo”, acrescenta.

A variedade de veículos adaptados também aumentou nos últimos anos, indo desde carros usados populares até os modelos mais luxuosos. Quando o veículo adaptado passa por algum problema mecânico, ele pode ser levado a qualquer boa oficina, mas quando a falha acontece na adaptação é necessário levá-lo a uma concessionária especializada, como é o caso das empresas Cavenaghi e Guidosimplex.

Mas elas também descobriram o potencial do setor de reparação e, em algumas lojas, também oferecem serviços mecânicos e elétricos. Além disso, na Cavenaghi, também há uma rede credenciada com concessão da marca. “São oficinas que passam uma semana na loja de fábrica recebendo treinamento técnico e comercial e depois fazem a comercialização, instalação e prestam assistência ao cliente”, explica Mônica.

É o caso do Auto Center Abner, localizado na zona leste de São Paulo. “Em 2001, um cliente foi comprar um carro adaptado e eu fui com ele porque queria saber como cuidar do carro depois. O representante da Cavenaghi viu meu interesse e disse que precisava de uma concessionária”, diz o proprietário, Abner Chamelet.

Foi assim que o negócio do reparador sofreu uma transformação e ele deixou de ser uma oficina comum e direcionou seu foco nos veículos adaptados. Para isso, Abner passou por um treinamento e sua loja foi submetida a mudanças no espaço físico. “Eu precisava ter banheiro adaptado e algumas condições para atender a pessoa com deficiência. Hoje tenho tudo adaptado, com rampas, limpeza e organização”, diz o empresário.

De acordo com Abner, os veículos adaptados já respondem por 70% do faturamento de seu negócio, com cerca de 50 adaptações por mês. Além de oferecer um ambiente acessível, é importante que as oficinas se preparem para atender esses clientes investindo em cursos e treinamentos dos funcionários, de modo que prestem um bom atendimento. 

Fonte: Revista Mais Automotive (edição 67)

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