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09/12/2014 Normas e LegislaçãoMontagemNormatização

Denatran apresenta novo modelo de placa para identificação veicular

O novo modelo de placas veiculares que será utilizado no País foi apresentado dia 4 de dezembro pelo Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). A mudança, que vale para todos os países do Mercosul – órgão internacional formada por Argentina, Uruguai, Paraguai, Venezuela e Brasil –, começa a valer a partir de janeiro de 2016.

Estas placas passarão a ter quatro letras e três números, que poderão ou não estar embaralhados (parecido com o modelo da Europa) e terão cores diferentes de acordo com o tipo do veículo: preta (veículos de passeio), vermelha (veículos comerciais), azul (carros oficiais), verde (veículos em teste), dourada (carros diplomáticos) e prateada (carros de colecionadores).

As placas terão também uma marca d’água com o nome do país e a palavra “Mercosul” sobre as letras. Estas mudanças estão sendo aplicadas com o intuito de dificultar ações criminosas como a falsificação de placas e também a clonagem de veículos.

As modificações também ajudarão a ampliar o número de combinações. Com o modelo brasileiro atual, é possível formar apenas 175 milhões de placas diferentes, após essas alterações as possibilidades aumentarão para 450 milhões de combinações únicas.

Para melhor identificação do automóvel, estarão gravados nas placas o nome e a bandeira do País de origem, além dos brasões do Estado e da cidade em que o veículo está registrado. A única característica que não sofrerá alteração será o tamanho: 40 cm de comprimento por 13 cm de largura.

Oficina Ideal e Comunicação Social das Cidades




02/05/2013 Normatização

De acordo com as normas técnicas

 

Em entrevista à Revista O Mecânico, o técnico em automobilística Salvador Parisi esclareceu alguns pontos sobre normatização que podem ser úteis para no dia-a-dia da oficina. A partir de hoje você acompanha essa entrevista em três partes:

O Mecânico: Em primeiro lugar é bom explicar, o que são as normas técnicas?

Salvador Parisi: Normas técnicas são documentos produzidos por um órgão oficial, no nosso caso a Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) é que estabelece regras em relação à fabricação de um produto ou à execução de um serviço. No setor de reparação, as normas ajudam no processo de reparo de um veículo, evitando que se tenha desperdício de dinheiro por parte do consumidor e retrabalho por parte do profissional.

O Mecânico: Conte um pouco da história da ABNT.

Salvador: A ABNT é uma empresa privada, sem fins lucrativos, reconhecida como único fórum nacional de normatização, membro fundador da International Organization Standartization (ISO) e também da Associação Mercosul de Normatização (AMN). Seu papel é estabelecer normas técnicas de produtos e serviços de vários setores da sociedade, cada setor debaixo de um determinado comitê, com o objetivo de se utilizar de boas práticas e de orientação para fabricação de produtos ou procedimentos de serviços.

O Mecânico: Neste contexto, onde entra o setor automotivo e de reparação?

Salvador: O setor automotivo em geral pertence ao Comitê Brasileiro Automotivo (CB-05), criado em 1970, com o objetivo de elaborar e atualizar as normas técnicas para o nosso segmento e é composta por profissionais especialistas na área automotiva. Dentro desse comitê, há um subcomitê de serviços, do qual fazemos parte. O papel desse subcomitê é atender ao setor de normas técnicas para os procedimentos de reparo veicular. Foi criado em 1998 para atender a falta de processos técnicos na reparação, uma vez que nós do setor de reparação independente não temos manuais de serviços provenientes de montadoras. Sua criação surgiu para seguir um padrão de procedimentos visando atender o consumidor da melhor maneira possível, com um serviço de qualidade e padrão. O superintendente do CB-05 é o Ali El Hage, do Sindipeças e além de mim, outros profissionais fazem parte da diretoria.

O Mecânico: Qual o objetivo da normalização no setor de serviços automotivos?

Salvador: Os objetivos são os meios necessários para a troca adequada de informação entre consumidores e fornecedores, com vista em assegurar a confiança e o entendimento comum das relações comerciais.  Além de ajudar também na produção ao consumidor, ou seja, definir os requisitos que permitem aferir a qualidade do serviço, conforme as leis do consumidor, a segurança que estabelece os requisitos técnicos para assegurar a proteção da vida humana, da saúde e do meio ambiente. E finalmente, contribuir com a economia, pois diminui o custo de serviços mediante a sistematização, racionalização e ordenação dos processos das atividades, com economia para o prestador de serviços e para os clientes.

Revista O Mecânico




26/04/2013 Normatização

Carros novos não terão mais que passar pela inspeção veicular anualmente

 

Foi sancionada pelo prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, a nova lei da inspeção veicular. A partir de agora apenas veículos com dez ou mais anos de uso serão obrigados a realizar a vistoria anualmente. Carros com até três anos de uso estão livres do procedimento. A partir do quarto ano o automóvel terá que passar pela inspeção de dois em dois anos até que complete uma década de circulação.

Os veículos movidos a diesel ficaram de fora da nova regulamentação e ainda precisam passar pelo procedimento todos os anos. No entanto, a nova lei também prevê o reembolso da taxa cobrada anteriormente para os veículos que passaram ou passarão pela inspeção em 2013. A partir do ano que vem o dono do carro que for aprovado não precisará pagar a taxa cobrada anteriormente, já os que foram reprovados ainda precisarão efetuar o pagamento.

Os carros que circularem por mais de 120 dias na cidade de São Paulo, mesmo que suas placas sejam de outros municípios, também serão obrigados a efetuar a inspeção. 

Oficina Ideal




02/04/2013 Normatização

Normas ABNT para serviços automotivos serão atualizadas

 

O Sindirepa-SP, o Senai e o IQA, entidades que fazem parte do Grupo de Trabalho do Subcomitê Brasileiro Automotivo CB-05 da ABNT, iniciaram o estudo para a revisão e atualização de normas técnicas relacionadas aos serviços automotivos. Das 27 regras existentes atualmente, 17 sofreram modificações.

O trabalho será feito por representantes de entidades do setor de reposição, fabricantes de autopeças e reparadores sob a coordenação de Salvador Parisi, responsável pelo Subcomitê Brasileiro Automotivo CB-05 e que também é vice-presidente do Sindirepa-SP.

As normas que serão atualizadas foram criadas entre 1999 e 2002. Desde então, ocorreram diversas evoluções em tecnologias embarcadas nos veículos. Tais mudanças exigem modificações nas regras já existentes.

Segundo o vice-presidente do Sindirepa-SP, a falta de acesso aos procedimentos contidos nos manuais de serviços dos fabricantes de veículos gerou a necessidade da criação de normas técnicas com o objetivo de padronizar a manutenção automotiva, oferecendo segurança e qualidade dos serviços prestados.

A primeira norma de serviços automotivos surgiu em 1993 e, hoje, o setor de reparação conta com 27 delas. Segundo o coordenador do trabalho de revisão, as regulamentações facilitam o trabalho dos reparadores, agilizam a produtividade, reduzem custos e também garantem que os serviços sejam realizados com qualidade, conforme exige o Código de Defesa do Consumidor.

As normas também estabelecem uma linguagem única entre reparador e consumidor, com requisitos determinados pelas regulamentações que servem de parâmetros para a avaliação. Também é importante quando o reparador pretende participar de licitações de órgãos públicos na área de reparação de veículos.

O trabalho de revisão das de serviços é realizado com a colaboração de todos os envolvidos do setor. Os reparadores que quiserem contribuir e participar do estudo de atualização das normas devem entrar em contato com Sindirepa-SP pelo telefone (11) 5594-1010 ou por e-mail: sindirepa@sindirepa-sp.org.br para confirmar presença.

 

Lista de normas que serão atualizadas:

NBR 14284:1999 - Carroçaria - Reparação e pintura dos componentes

NBR 14481:2008 - Diagnóstico e manutenção em motores ciclo Otto

NBR 14482:2000 - Substituição de bateria de partida

NBR 14752:2001 - Bomba elétrica de combustível - Ensaios de manutenção

NBR 14753:2001 - Válvula injetora - Ensaios de manutenção

NBR 14754:2001 - Sensor de oxigênio - Ensaios de manutenção

NBR 14755:2001 - Sensor de massa de ar - Ensaios de manutenção

NBR 14777:2001 - Remoção e instalação de vidros

NBR 14778:2001 - Inspeção, diagnóstico, reparação e/ou substituição em sistema de freios

NBR 14779:2001 - Inspeção, diagnóstico, reparação e/ou substituição em sistema de direção

NBR 14780:2001 - Inspeção, diagnóstico, reparação e/ou substituição em sistema de suspensão

NBR 14781:2001 - Inspeção, diagnóstico, reparação e/ou substituição em sistema de exaustão

NBR 14828:2002 - Procedimento de segurança para manutenção em veículos equipados com bolsa inflável (air bag)

NBR 14843:2002 - Regulador de pressão de combustível - Ensaio

NBR 14845:2002 - Motor de partida - Ensaio

NBR 14846:2002 - Alternador e regulador de tensão - Ensaio

NBR 14889:2002 - Versão Corrigida: 2003 - Inspeção, diagnóstico, reparação e/ou substituição em regulagem de motores ciclo Diesel

Sindirepa-SP




07/12/2012 Normatização

Lojistas e reparadores só devem usar catalisador com selo do Inmetro

 

O catalisador, componentes obrigatório desde 1992 nos veículos, conta com exigência do selo do Inmetro para ser comercializado no mercado brasileiro de reposição desde abril de 2011.

”Lojistas e reparadores devem ficar atentos na hora de adquirirem catalisadores”, adverte Henry Groskopf, gerente de engenharia da Tuper Escapamentos e Catalisadores. “A peça, responsável por transformar os gases tóxicos provenientes do motor em gases que não são nocivos ao meio ambiente e à saúde da população, deve ter a certificação do Inmetro e, portanto, vir com o selo do instituto gravado nela”, explica.

De acordo com a lei federal 9.933/99, as empresas que comercializarem catalisadores sem a certificação podem ser autuadas entre R$ 800 e R$ 30 mil, sendo que os valores podem dobrar na reincidência.

O motorista que não usar o catalisador também está sujeito a multas, por infringir a lei nº 9.503, de 23 de setembro de 1997, que institui o Código de Trânsito Brasileiro.

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