OFICINA IDEAL

Encontre aqui seu fornecedor ideal Mais de 2.000 empresas cadastradas, mais de 3.000 produtos e serviços disponíveis
Entidades Colaboradoras
Esqueceu sua senha? Não tem login e senha? Cadastre-se aqui!




15/08/2012 Recursos Humanos

Reter talentos é garantir crescimento para empresa

Para uma empresa se manter competitiva no mercado e garantir sua solidez, não basta apenas pensar nos objetivos da companhia, é necessário também voltar sua atenção aos funcionários. Um plano de carreira bem organizado, que valorize o crescimento do empregado, garante a eficiência do trabalho e a satisfação dos seus colaboradores, além de passar uma boa imagem ao mercado.


Assim como anualmente traçamos os objetivos da empresa, o plano de carreira também pode ser dinâmico, podendo ser revisado periodicamente pelo próprio profissional ou pela empresa caso tenha desenvolvido e implantado esta ferramenta em sua organização. Essa avaliação é de extrema importância para o funcionário, pois com ela o colaborador conseguirá planejar sua carreira, buscando analisar seus pontos positivos e negativos, além de traçar metas de acordo com análises do mercado, identificando os principais pontos a serem desenvolvidos.


Quando uma empresa passa a se preocupar com a retenção de talentos, criando recursos como o plano de carreira, mostra que sua preocupação deixou de ser somente com o salário dos colaboradores, mas também com o bem-estar, a satisfação e o futuro, contribuindo diretamente para a melhoria de seu desempenho.


No fim todos saem ganhando, o funcionário terá um norte em sua carreira e a empresa terá aumento de desempenho, cumprimento de metas e redução de custos de rotatividade, aumentando seu lucro e podendo aplicar o capital em novos investimentos.

 


Vitório Batista Gonçalves é graduado em Administração de Empresas, pós-graduado em Recursos Humanos e técnico em Segurança do Trabalho. No setor desde 1982, atualmente é diretor-presidente da G&V Services Group, empresa da área de Recursos Humanos e Medicina e Segurança do Trabalho. Já atuou no Grupo Suzano de Papel e Celulose e no Grupo Auto Sueco (maior distribuidor mundial de veículos pesados da marca Volvo).

Vitório Batista Gonçalves




28/03/2012 Recursos Humanos

O COLABORADOR NÃO PRECISA DE ESMOLAS

A motivação é uma conquista do empresário junto à sua equipe, que depende do entendimento da dinâmica de cada colaborador ou grupo de colaboradores e também da escala das necessidades individuais e coletivas

Os empresários, muitas vezes, acreditam que pensar somente a curto prazo já resolve o problema de comprometimento do colaborador e a retenção da mão de obra na empresa.

Entretanto, para a motivação real de uma equipe, é necessário que o conjunto de colaboradores seja avaliado pela média de suas necessidades e as concessões devem atingir e ficar no subconsciente de cada um. Ou seja, não pode se esquecer do valor que se agrega à vida de cada beneficiado.

Para mostrar essa diferença de necessidades que pode existir entre os colaboradores de uma mesma empresa, tracemos uma comparação entre dois perfis. Um deles é de um garoto de 18 anos, cuja preocupação é com as festas de confraternização que a empresa irá realizar e não com o plano médico oferecido. O segundo é um colaborador casado e com filhos, com expectativas de benefícios e bonificações.

Para resolver essa questão, o empresário deve lembrar que o ser humano vive do atendimento de oito principais necessidades:

1º - Emprego;

2º - Retorno financeiro imediato e direto pelo trabalho executado;

3º - O diferencial que a empresa oferece em relação às concorrentes;

4º - O reconhecimento individual pela qualidade e produtividade em relação aos demais concorrentes;

5º - O status perante o grupo (o reconhecimento profisssional por meio de uma promoção e da conquista de um cargo de liderança);

6º - Ser aceito pelo grupo que lidera ou convive de forma natural;

7º - Ser reconhecido pelo empregador por meio de elogios pela suas conquistas;

8º - Ser reconhecido pela comunidade como um vencedor.

Há uma série de ações, contudo, que não agregam absolutamente nada na melhoria da qualidade de trabalho e da performance dos colaboradores na empresa.

Um exemplo é a concessão de um vale às sextas-feiras, para ser gasto no final de semana. Essa medida não soluciona o problema de produtividade e também não muda o comportamento dos colaboradores. O máximo que se conquista desta maneira é uma mudança temporária de atitude, que provavelmente estará de volta na próxima segunda-feira.

* Vitório Batista Gonçalves é graduado em Administração de Empresas, pós-graduado em Recursos Humanos e técnico em Segurança do Trabalho. No setor desde 1982, atualmente é diretor-presidente da G&V Services Group, empresa da área de Recursos Humanos e Medicina e Segurança do Trabalho. Já atuou no Grupo Suzano de Papel e Celulose e no Grupo Auto Sueco (maior distribuidor mundial de veículos pesados da marca Volvo).

Vitório Batista Gonçalves
Home | Portal Colaborativo | Objetivos | Por que se Cadastrar | Perguntas Frequentes | Anuncie em 3D
Fale Conosco | Painel Interativo | Busca por Categoria | Busca 3D

Desenvolvido por House Press Propaganda • Copyrigth 2011 • Todos os direitos reservados
Portal Oficina Ideal • Rua Carneiro da Cunha, 167 Conj. 45 • Saúde • São Paulo SP • CEP 04144-000 • Fone: (11) 5584-6762